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Portão de ferro ou alumínio, qual o melhor para sua casa

Para a maior parte das casas de Joinville e região, alumínio. Quem decide é o ar da rua onde o portão vai ficar instalado. Pela ISO 12944-2, um corpo de prova de aço de baixo carbono perde de 1,3 a 25 micrometros de espessura no primeiro ano em ambiente rural de baixa poluição, e de 80 a 200 micrometros em área costeira de alta salinidade. É o mesmo aço, com mais de dez vezes de diferença, decidida pelo endereço. Joinville fica a cerca de 20 km da baía da Babitonga, o que puxa a conta para o lado do alumínio.

João Luiz Borges Filho, segunda geração da família à frente da Ponto Forte Alumínios

João Luiz Borges Filho

Segunda geração na fábrica da Ponto Forte

Rua residencial em Joinville com dois portões vizinhos lado a lado, um portão de ferro cinza com ferrugem na barra inferior e um portão basculante de alumínio grafite sem corrosão, enquanto um morador na calçada observa a parte enferrujada

A resposta curta, e o que faz ela mudar

Entender portão de ferro ou alumínio qual o melhor começa pelo endereço da obra. Alumínio vence na maior parte dos endereços de Joinville e região. O ferro continua certo em dois casos, quando o desenho ornamental forjado é requisito do projeto e quando o portão fica longe de umidade salina e o dono aceita repintar sempre que a película abrir. O aço galvanizado fica no meio, com um prazo que dá para calcular, e ele tem seção própria mais abaixo.

Quatro coisas decidem, e nenhuma delas é gosto.

  • Quanto sal o ar da sua rua carrega.
  • Quanto o portão vai pesar.
  • Quem vai repintar, e de quantos em quantos anos.
  • De que material é a parte que fica embutida na parede.

Ferro costuma sair mais barato na etiqueta. É faixa de mercado, então confirme com os orçamentos que você tiver na mesa. E a etiqueta é só a primeira parcela do custo de dez anos.

Passo 1. Descubra o quanto o ar da sua rua é agressivo

A ISO 12944-2 classifica a atmosfera em seis categorias de corrosividade, de C1 a CX, pela espessura que um corpo de prova padrão perde no primeiro ano de exposição. A escala mede em micrometro.

Portão de ferro em rua residencial com tinta estufada e ferrugem na borda inferior
Ilustração. A grade do vizinho conta como é o ar da sua rua antes de qualquer orçamento.
CategoriaAmbiente típicoPerda de espessura do aço de baixo carbono no 1º ano
C2rural, de baixa poluição1,3 a 25 µm
C3média, inclui área costeira de baixa salinidade25 a 50 µm
C4alta, áreas industriais e costeiras de salinidade moderada50 a 80 µm
C5muito alta, inclui área costeira de alta salinidade80 a 200 µm

Na mesma categoria C4, o zinco perde de 2,1 a 4,2 micrometros no primeiro ano. O aço nu corrói cerca de vinte vezes mais rápido que o zinco no mesmo ar, e o mesmo aço perde espessura mais de dez vezes mais rápido no endereço costeiro de alta salinidade do que no rural.

Onde Joinville entra nessa escala

Entre C3 e C4, conforme o bairro e a distância da água. A cidade fica na porção oeste da baía da Babitonga, que é o maior complexo estuarino e a maior área de manguezal de Santa Catarina, com o centro a cerca de 20 km da água. É por isso que a conta de quem mora aqui não é a mesma de quem mora no planalto, e por isso a mesma escolha de material dá certo num bairro e erra em outro dentro do mesmo município.

O que a própria norma avisa antes de você chutar

A ISO 12944-2 registra que os exemplos de ambiente típico são informativos e podem ocasionalmente ser enganosos, e que só a medição real de perda de massa ou de espessura classifica com precisão. Quando o aço e o zinco apontam categorias diferentes no mesmo local, adota-se a mais alta.

Sem medição feita no próprio terreno, quem está em rua aberta, pegando vento vindo da baía, projeta pela hipótese mais severa. E um teste de observação vale mais que o palpite. Olhe a grade da casa do vizinho, o portão da esquina e a borda da porta dos carros estacionados na rua. São peças de aço expostas ao mesmo ar que o seu portão vai receber.

Passo 2. Pese o portão antes de escolher o motor

O alumínio tem densidade de 2,70 g/cm³ e o aço, 7,85 g/cm³, cerca de um terço do peso para o mesmo volume. O peso é o que o motor levanta em toda subida.

Massa pendurada cobra depois. No portão de subir, ela aparece no esforço do automatizador a cada ciclo, no cabo do contrapeso e no desgaste da ferragem.

Aqui a fábrica muda o resultado antes de o motor entrar. Cada portão sai com cálculo computadorizado das dimensões e com balanceamento eletrônico de precisão, feito com balança eletrônica, para o movimento ficar leve na subida e na descida. O efeito prático é que o automatizador trabalha mais suave, desgasta menos e dura mais. Em condomínio de alto fluxo, há instalação que chega a cerca de 500 ciclos por dia, e é esse o regime que o portão basculante de alumínio precisa aguentar.

Passo 3. Compare a pintura por micrometro, não por cor

A diferença de proteção está na espessura, e ela é cerca do dobro. O boletim técnico de um esmalte sintético industrial de fabricante nacional, que é o acabamento usual do portão de ferro, especifica de 2 a 3 demãos, película de 25 a 30 micrometros e primer aplicado antes. A ABNT NBR 14125 Classe 1, que trata de revestimento orgânico para fins arquitetônicos em alumínio, exige camada seca mínima de 60 micrometros, com nenhum valor medido abaixo de 48, e ainda cobra aderência, aderência úmida e ensaio de corrosão acelerada por névoa salina.

Operador aplica tinta em pó com pistola eletrostática em perfis de alumínio pendurados na cabine
Ilustração. A camada da pintura a pó arquitetônica é cerca do dobro da película de um esmalte comum.

O detalhe que decide vem depois do primeiro arranhão de retrovisor ou de pedal de bicicleta. Quando o filme é rompido, sob o esmalte aparece aço nu, que passa a perder espessura na taxa da categoria da sua rua. Sob a pintura a pó aparece alumínio, que refaz sozinho a camada de óxido. Se quiser entender como a tinta em pó adere ao perfil, o processo está em o que é pintura eletrostática.

Marca alaranjada em portão de alumínio quase sempre vem de outra peça encostada nele, e o mecanismo inteiro está em portão de alumínio enferruja.

O QUALICOAT é marca de qualidade internacional do revestimento lacado, em tinta líquida e em pó, sobre alumínio e suas ligas em aplicações arquitetônicas. Ele licencia as plantas aplicadoras mediante teste de conformidade e submete cada licenciada a duas inspeções anuais sem aviso prévio, com perda do direito de uso da marca em caso de reprovação. O selo cobre o revestimento e quem aplica. O portão pronto não é certificado por ele. Na nossa linha, a pintura a pó tem seis etapas, a tinta é de selo internacional QUALICOAT e a espessura da camada é verificada pelo método da ABNT NBR 12610, que é o ensaio por correntes parasitas.

Passo 4. Pergunte de que material é a caixaria

A caixaria é a parte que fica embutida na alvenaria, e é onde o ferro começa a ir embora primeiro. Ela vive em contato com umidade, não pega sol, ninguém inspeciona e nenhum pincel de repintura alcança.

A conta estoura na parte que você não olha.

Uma pergunta de uma linha separa os orçamentos. Pergunte a cada fornecedor de que material é a caixaria e qual é a espessura dela. Na Ponto Forte, o conjunto é todo em alumínio, caixaria inclusive, com estrutura de 3 mm, o dobro do que se encontra em muitas caixarias convencionais de ferro, que têm 1,5 mm. A fixação é por rebites de alta resistência certificados para até 94 kgf de tração por unidade, com cerca de 16 pontos nos cantos da estrutura.

Na corrosão galvânica, a pior situação é área catódica grande com área anódica pequena, porque a densidade de corrente fica muito maior na peça menor. É por isso que um parafuso ou rebite de metal menos nobre numa chapa grande corrói bem mais rápido que o contrário.

Passo 5. Some o custo de dez anos, não só o preço da etiqueta

A compra é uma parcela, e a parcela recorrente é a manutenção. Portão é medida sob encomenda, então o número em reais sai do orçamento da sua obra, e o que as tabelas abaixo entregam é a estrutura da conta, para você preencher com os orçamentos reais que tiver na mesa.

Homem lixa a ferrugem da base de um portão de ferro na calçada antes de repintar
Ilustração. A repintura é a parcela que volta, e o intervalo dela encurta no bairro salino.

O que entra no custo de dez anos

O custo tem mais de uma parcela, e o orçamento que você recebe mostra só a da compra.

Parcela do custoFerro pintadoAlumínio
Preço na compra, com motor e controle remoto quando o portão sai automatizadocostuma ser o menor da mesa, e isso é faixa de mercadocostuma ser maior, e nem sempre é
Repintura, materialvolta toda vez que a película de 25 a 30 µm abrirnão entra na conta, o que volta é lavagem
Repintura, mão de obralixar até tirar a ferrugem solta, passar o primer e aplicar de 2 a 3 demãos, com secagem entre elasnão entra na conta
Troca de peça corroídaferragem e cabo estão à vista, e a caixaria embutida não pega sol, não é inspecionada e nenhum pincel alcançapontos de fixação, quando o projeto encostou metais distantes na série galvânica

A repintura engana porque chega diluída no tempo. Película nova não segura em cima de ferrugem solta, então cada ciclo é preparar de novo antes de pintar de novo. Quem faz sozinho paga em fim de semana. Quem contrata paga material e mão de obra, e os dois voltam no ciclo seguinte.

Repintura é a despesa recorrente do ferro, e a frequência dela não tem norma que a fixe. O que tem número é a espessura do que protege e a velocidade do que ataca. São 25 a 30 micrometros de esmalte, e onde essa película abre o aço passa a perder de 50 a 80 micrometros já no primeiro ano de exposição em atmosfera costeira de salinidade moderada, ou de 80 a 200 na de alta salinidade. É por isso que o intervalo encurta no bairro salino e estica no interior. Alumínio pede água e pano, e o cuidado está em como limpar portão de alumínio sem riscar a pintura.

O que cada material cobra depois da compra

Ferro pintadoAço galvanizadoAlumínio
Densidade7,85 g/cm³7,85 g/cm³2,70 g/cm³
O que protege o metalpelícula de esmalte de 25 a 30 µmcamada de zinco que se consome, 1,2 µm/ano no rural e 5,4 µm/ano no marinhofilme de óxido que se refaz, mais pintura a pó com mínimo de 60 µm na Classe 1
Quando a proteção abreaparece aço nu, na taxa da categoria da ruaaparece zinco, que protege até acabaraparece alumínio, que refaz o óxido
Manutenção recorrenterepintura sempre que a película abririnspeção da camada, porque o prazo é o zinco que existelavagem
Fim da vidasucata de açosucata de açosucata de alumínio, reciclável sem perder propriedades

Reciclar alumínio economiza cerca de 95% da energia elétrica da produção primária a partir da bauxita, e o metal volta ao ciclo sem perder propriedades. O Brasil reciclou 850 mil toneladas de sucata de alumínio em 2023, cerca de 60% do consumo nacional. Sucata de alumínio tem comprador, então o portão velho ainda vale dinheiro.

A resposta para portão de ferro ou alumínio qual o melhor está em somar o que volta depois da compra, não só comparar a etiqueta, porque alumínio nem sempre sai mais caro na compra. Peça três orçamentos com a mesma medida e o mesmo acabamento antes de decidir, e comece olhando os modelos de portão sob medida para saber o que está comparando.

E o aço galvanizado, é bom?

É bom, e ele é um cronômetro. No aço galvanizado exposto à corrosão atmosférica, a cobertura de zinco é o ânodo e está sempre se corroendo, de propósito, para poupar o aço carbono embaixo. Proteção por sacrifício funciona muito bem enquanto o zinco existe. Quando ele acaba, o aço fica exposto.

O ICZ, entidade brasileira do setor do zinco, publica as duas pontas do cálculo. O consumo de zinco é de 1,2 micrometro por ano em ambiente rural, 1,3 em industrial e 5,4 em marinho, ou seja, 4,5 vezes mais rápido perto do mar. A vida útil de uma camada de 90 micrometros é de 78 anos no rural, 69 no industrial e 17 anos no marinho.

A pergunta certa deixa de ser se o portão é galvanizado. Passa a ser quantos micrometros tem a camada e em que ar ele vai ficar, porque são esses dois números que dão o prazo. Na conta de dez anos, o galvanizado troca a repintura por inspeção, e continua sendo aço na hora de escolher o motor.

O alumínio não é imune, e isso muda o que você exige de quem instala

Ele é passivado, que é diferente, e o filme de óxido que o protege não resolve tudo. O alumínio pode sofrer corrosão por pite ou corrosão galvânica, e o mecanismo de cada uma está em portão de alumínio enferruja.

Instalador fixa a estrutura de alumínio no vão da garagem com rebitadeira, com isolante entre o perfil e o reboco
Ilustração. Isolar o contato com alvenaria fresca é exigência de instalação, não detalhe estético.

Daí saem exigências práticas para a instalação, e elas valem para qualquer fornecedor que você contratar.

  • Isole o contato direto com alvenaria úmida recém-executada, porque argamassa e concreto fresco são fortemente alcalinos.
  • Escolha metais próximos na série galvânica nos pontos de fixação, ou separe os dois com isolante elétrico.
  • Evite relação de áreas desfavorável, que é a peça pequena de metal menos nobre presa numa peça grande.
  • Proteja com revestimento ou pintura, de preferência revestindo o metal mais nobre do par.

Aço inoxidável com alumínio não dá problema na atmosfera, porque os dois passivam com facilidade. Nem toda mistura de metais gera corrosão galvânica.

Quando o projeto respeita isso, o tempo aparece. Há cercas de alumínio instaladas pela nossa equipe há mais de 20 anos sem reparo estrutural.

Escolha rápida, por cenário

SituaçãoO que escolher, e por quê
Casa no planalto ou em bairro afastado de umidade salina, com orçamento de compra curto e disposição declarada de repintar sempre que a película abrirFerro resolve
Bairro perto da baía, rua aberta com vento vindo da águaAlumínio, porque ali o aço perde espessura na faixa mais alta da tabela e a caixaria embutida vai primeiro
Portão de elevação com motor e controle remoto, usado várias vezes por diaAlumínio, porque menos massa é menos esforço do automatizador em cada ciclo
Condomínio de alto fluxo, com abertura contínua ao longo do diaAlumínio com balanceamento feito em balança eletrônica
Desenho ornamental forjado, com volutas e peça artesanalFerro, e o que decide aí é o desenho
Cliente de fora de Joinville, que recebe por transportadora e contrata a instalação localmenteAlumínio pesa cerca de um terço do aço para o mesmo volume, o que reduz o frete

Fábrica própria em Joinville desde 1997

A Ponto Forte tem fábrica própria em Joinville desde 1997, mais de 3.500 projetos entregues e nota 5,0 no Google com +200 avaliações. Cerca de 80% da produção é portão basculante, e a instalação é feita por equipe própria em Joinville e região. Para o resto do Brasil, fabricamos e enviamos sem instalação, como no caso do Ari Amaral, que recebeu o portão dele na fronteira do Rio Grande do Sul antes do prazo combinado.

Dois profissionais conferem a medida de um perfil de alumínio na bancada de uma fábrica de portões
Ilustração.

A garantia é de 6 meses contra defeito de fabricação. Em Joinville e região, onde a Ponto Forte faz a manutenção preventiva, ela se estende para 1 ano. Para quem recebe só por transportadora, valem os mesmos 6 meses de fábrica. O parcelamento é em até 12x com juros, e vale consultar as condições ao pedir o orçamento.

A avaliação abaixo é de quem não comprou aqui na época e escreveu para contar no que deu.

Quem quer saber portão de ferro ou alumínio qual o melhor precisa primeiro decidir o material. Depois disso, o que muda o projeto de um portão de alumínio é o endereço da obra e o tamanho do vão. Veja os modelos de portão sob medida e mande a medida do vão junto com uma foto do local. A gente responde dizendo o que cabe ali e o que muda o preço.

Perguntas frequentes

Alumínio, e a diferença cresce quanto mais perto do mar. Qualquer resposta em anos que não diga o ambiente é chute, porque a ISO 12944-2 mostra que o mesmo aço de baixo carbono perde de 1,3 a 25 micrometros de espessura no primeiro ano em ambiente rural e de 80 a 200 micrometros em área costeira de alta salinidade. O alumínio não depende de a tinta estar inteira para resistir, porque forma sozinho um filme de óxido de cerca de 1 nanômetro que se refaz quando é arranhado. O ferro depende, e quando o filme abre a corrosão segue por baixo.

É bom e tem prazo. A galvanização protege por sacrifício, ou seja, a camada de zinco é o ânodo e está sempre se corroendo para poupar o aço embaixo. Segundo o ICZ, o zinco é consumido a 1,2 micrometro por ano em ambiente rural e a 5,4 micrometros por ano em ambiente marinho, e uma camada de 90 micrometros dura 78 anos no rural, 69 no industrial e 17 no marinho. Perto do mar a vida da proteção cai para cerca de um quinto. A pergunta prática não é se o portão é galvanizado, é quantos micrometros tem a camada e em que ar ele vai ficar.

Vale quando você soma os anos, e não só a nota da compra. O alumínio tem densidade de 2,70 g/cm³ contra 7,85 g/cm³ do aço, o que significa menos massa pendurada e menos esforço do motor a cada abertura. A pintura a pó em alumínio arquitetônico tem mínimo de 60 micrometros de camada seca pela ABNT NBR 14125 Classe 1, cerca do dobro da película de um esmalte sintético de portão de ferro. Ele não pede repintura periódica, pede lavagem. E no fim da vida a sucata de alumínio tem comprador, porque a reciclagem economiza cerca de 95% da energia da produção primária.

O que a atmosfera do seu endereço permitir. Em rua aberta que pega vento de mar, alumínio, porque a proteção dele não é uma tinta que precisa ser refeita. Em terreno de interior, longe de umidade salina, o ferro pintado sobrevive bem para quem mantém a repintura em dia. O aço galvanizado fica no meio e resolve por um número de anos que dá para calcular pela espessura da camada de zinco e pelo ambiente.

Depende da medida do vão, do tipo de abertura, do acabamento e de o portão sair ou não com motor e controle remoto, então não existe preço de tabela honesto para publicar. O caminho é mandar a medida do vão e receber o orçamento fechado. Na hora de comparar esse número com um orçamento de ferro, some também o que volta depois da compra, que é a repintura com a mão de obra dela. O parcelamento é em até 12x com juros, e vale consultar as condições ao pedir o orçamento.

A Ponto Forte fabrica portão de alumínio em Joinville desde 1997, com fábrica e equipe de instalação próprias.